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   O percurso por São Tomé
   






Sobre patrocínio do Dr. António José Almeida,  vai para S. Tomé e Príncipe, onde viveu perto de cinco anos – Julho de 1914 a Fevereiro de 1920. Lá marcou democraticamente  o seu lugar, política e profissionalmente. 

 

   

«Cumpri sempre com os meus deveres»
e foi eleito Secretário da Associação dos Empregados do Comércio e Agricultura e em  1915, foi reeleito. Com esta aura e com o desassombro com que manifestava as suas ideias, conquistou nos corações republicanos muita estima e consideração.

 

       
   
Em 1917, Sidónio Pais, chefia uma revolução que o levará ao poder. Essa experiência presidencialista durou porém pouco. O movimento e a situação política que criou será conhecido pelo «Dezembrismo», contrário aos ideais republicanos; no fim de 1918, Sidónio Pais foi assassinado em Lisboa. Na agitação que se seguiu, sidonistas e monárquicos tentaram conquistar o poder e a monarquia chegou a ser proclamada no Porto, a cujo episódio se deu o nome de Monarquia do Norte.. No entanto, os republicanos vigiam e estão preparados para reprimir qualquer manifestação de hostilidade à Republica. Em S. Tomé, tanto o Governador como os chefes de Serviço, são todos monárquicos e o Palácio do Governador não tinha hasteada a bandeira. Então o Sr.. Adão dirige-se  lá e exige que a Bandeira Nacional seja hasteada.
   

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